quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Um nojo de BBB.

Não, não me fale de Big Brother Brasil, é o maior vexame que o ser humano pode se causar.
Começa pelo tema desta infecunda produção nacional copiada de outro país. Como sempre o que não dá certo em outros países progride vertiginosamente aqui.
Tem-se o nome de Big Brother - em inglês e nosso idioma é o Português, um idioma riquíssimo e deveras lindo, sendo substituído por outro, e o nome de nosso país em Português. De algum jeito, há uma confusão.
Porquê o brasileiro precisa se humilhar sempre para querer chamar a atenção?
Será que a presidente do país não faz isso por nós o suficiente declarando-se president(a)? Visto que este substantivo não existe na forma feminina, uma pessoa que trabalha com o nosso idioma e ocupa um alto cargo em nossa sociedade tem que saber disso.
Os valores família, namoro, casamento, amigos, infância, está cada vez mais perdido em nosso meio. Uma cultura sem proveito surge de Hollywood, com seus filmes que direcionam a atenção dos filhos presos atrás de uma tela. Após, vem as nossas emissoras com suas novelas desapropriadas cultuando-se adultério, pornografias, imoralidade, homossexualismo e subitamente a cabeça do brasileiro vai se enchendo de o que não é prestável. A descultura entra despercebidamente no lar. E quem se beneficia de tudo isto? As emissoras de TV, porque a falta de cultura persuasiva que eles impõem ocultamente gera lucros.
E voltamos ao ponto chave de tudo. O capital. Estará sempre na frente.
A felicidade é uma palavra vaga que dura poucos segundos. Hoje o que é felicidade para você?
Infelizmente o que não presta fora de nossa froteira é o que também não presta dentro. A grande diferença é que o brasileiro volta sua atenção justamente para o que irá corrompê-lo.
É vergonhoso demais saber que o Brasil caminha por este lado. Precisamos mudar agora, desliguem as televisões, cultive o seu tempo com sua família. Viva para si e não para uma caixa de 50 polegadas. Cresça, retenha o que é bom e o que não prestar, tire da tomada, além de ter economia será mais frutífero.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011